PBKDF2.

O que transforma uma frase secreta do tamanho de um humano em algo que só vale a pena atacar devagar.

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PBKDF2 (Password-Based Key Derivation Function 2) torna adivinhar caro por design: o BurnPony passa a frase secreta de uma nota por 600.000 iterações de HMAC-SHA256 com o sal da nota antes de dobrar o resultado no HKDF.

O que é

As frases secretas humanas são o elo fraco de qualquer sistema que as aceite — as pessoas escolhem coisas curtas e adivinháveis. O número de iterações é a contramedida: cada tentativa de um atacante custa 600.000 operações de hash, transformando um ataque de dicionário rápido em um lento.

Por que importa

O número não é arbitrário — 600.000 iterações de PBKDF2-HMAC-SHA256 estão alinhadas com a orientação atual da OWASP, e o roadmap registra uma possível versão futura do envelope usando o Argon2id, exigente em memória.

// in BurnPony As frases secretas são normalizadas (Unicode NFC, sem espaços nas pontas) antes de esticar, de modo que a mesma frase digitada em teclados diferentes deriva a mesma chave. As tentativas acontecem inteiramente no navegador do destinatário e nunca consomem visualizações — o texto cifrado já foi buscado; só a descriptografia local é repetida.

Termos relacionados

Perguntas frequentes.

Uma frase secreta substitui a chave do link?

Não — soma-se a ela. A chave de fragmento de 32 bytes é sempre necessária; uma frase secreta significa que um atacante precisa tanto do link quanto da frase.

Por que o visualizador leva um instante nas notas com frase secreta?

Essa pausa são as 600.000 iterações rodando no seu navegador. O custo que você sente uma vez por abertura é o mesmo custo que um atacante paga por tentativa.

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