Notas que queimam depois de lidas.
O BurnPony sela uma nota no seu telefone com AES-256-GCM, entrega um link e sai de cena. O destinatário a abre em qualquer navegador — sem app, sem conta — e após a última visualização permitida a nota some. O servidor no meio só guarda texto cifrado.
Selada no seu telefone. Queimada depois de lida.
Grátis na App Store, Google Play e F-Droid.
Nada para cadastrar, nada para configurar. Instale, escreva uma nota, compartilhe o link.
O BurnPony é grátis para iPhone. Baixe na App Store.
Grátis no Google Play e F-Droid. Baixe no Google Play ou baixe no F-Droid.
Builds para macOS, Linux e Windows, assinados e com checksum. Ver os downloads.
Os destinatários nunca precisam de um app. Uma nota é um link que descriptografa em qualquer navegador moderno, em qualquer plataforma.
Escreva. Vincule. Veja queimar.
O produto inteiro são três passos, e a criptografia acontece antes do passo dois.
Escreva e sele
Digite a nota no seu telefone. Antes de qualquer envio, ela é criptografada no dispositivo com AES-256-GCM — a chave é derivada de 32 novos bytes aleatórios, e esses bytes nunca saem do seu telefone em nenhuma requisição.
Compartilhe um link
Você recebe um único link com a chave de descriptografia guardada em seu #fragmento — a parte que os navegadores guardam para si. Envie por qualquer canal, ou deixe o destinatário escanear o QR code pessoalmente. Quer um segundo fator? Adicione uma frase secreta e compartilhe separadamente.
Ela queima
O destinatário toca em Revelar em qualquer navegador moderno e a nota é descriptografada ali mesmo. Na última visualização permitida, o servidor apaga o texto cifrado na mesma transação. O que não for lido queima mesmo assim quando chega a expiração que você escolheu.
Feito para que o meio não guarde nada.
Cada decisão de design aponta na mesma direção: o servidor armazena o que não pode ler, pelo menor tempo possível.
Selado no seu dispositivo
AES-256-GCM com uma chave derivada via HKDF-SHA256 a partir de bytes aleatórios novos — tudo no seu telefone, antes de um único byte ser enviado. O servidor recebe texto cifrado, ponto final.
A chave nunca viaja
A chave de descriptografia fica no #fragmento do link. Os navegadores nunca enviam fragmentos aos servidores — nem ao nosso, nem ao de ninguém. Quem tem o link tem a chave; o servidor nunca tem.
Queima na última visualização
Defina de 1 a 100 visualizações. Quando a última é buscada, o texto cifrado é apagado na mesma transação do banco de dados — não em uma limpeza agendada, não eventualmente. No mesmo instante.
Expira no prazo
Escolha de 1 hora a 30 dias. Uma varredura roda a cada cinco minutos e apaga tudo que passou do prazo, lido ou não. Nada permanece só porque ninguém clicou.
Frase secreta como segundo fator
Opcionalmente exija uma frase secreta, reforçada com PBKDF2-HMAC-SHA256 a 600.000 iterações e misturada à chave. Compartilhe por um canal diferente e o link sozinho não abre nada.
Confirmações, divulgadas
Ative uma confirmação de leitura e você saberá quando a nota foi aberta — e o destinatário é avisado antes de revelá-la. O BurnPony não faz rastreamento de leitura silencioso.
Queime antes
Cada nota que você cria aparece na aba Enviados com status ao vivo — visualizações usadas, horários de abertura se as confirmações estiverem ativas — e um botão queimar que a remove do servidor imediatamente.
Um visualizador que você pode ler
Os destinatários recebem uma única página autossuficiente: sem frameworks, sem cookies, sem requisições externas, blindada com uma Content-Security-Policy estrita. Ver código-fonte é a auditoria.
Conta, nunca
Sem cadastro para enviar, sem cadastro para ler, sem banco de nomes de usuário, sem analítica. Não há nada sobre você aqui para vazar.
O servidor guarda texto cifrado e um relógio.
Uma nota precisa viver em algum lugar entre você escrevê-la e alguém lê-la. Esse lugar armazena um blob selado que não consegue abrir, um ID aleatório, carimbos de data/hora e uma contagem de visualizações — e assim que uma nota é queimada, expira ou nunca foi criada, o link retorna exatamente a mesma resposta nos três casos, então o servidor não pode nem confirmar que uma nota existiu. Prefere administrar esse meio você mesmo? As Configurações do app aceitam uma URL de servidor personalizada. Leia o detalhamento completo na página de segurança — ou vá até o fundo: o protocolo v1 especifica cada byte, e o código é público.
Perguntas frequentes.
O BurnPony já está disponível?
O destinatário precisa do app?
O que o servidor consegue ler?
O que acontece quando as visualizações acabam?
O que uma frase secreta acrescenta?
As confirmações de leitura são rastreamento silencioso?
Qual o tamanho e a duração das notas?
É de código aberto?
Algumas coisas não deveriam ficar num histórico de conversa.
Envie-as como uma nota que é lida uma vez e queima.
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